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	<title>Arquivos UIT - AERBRAS</title>
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		<title>UIT aprova recomendação do Brasil sobre Internet das Coisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[AERBRAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 12:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANATEL]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recomendação sobre Internet das Coisas coordenada pelo Brasil é aprovada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). &#160; A recomendação internacional do modelo de referência arquitetônico para dispositivos de aplicações da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Recomendação sobre Internet das Coisas coordenada pelo Brasil é aprovada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT).</h4>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-7982  aligncenter" src="https://aerbras.com.br/wp-content/uploads/2019/11/aerbras.jpeg" alt="" width="679" height="356" srcset="https://aerbras.org.br/wp-content/uploads/2019/11/aerbras.jpeg 1200w, https://aerbras.org.br/wp-content/uploads/2019/11/aerbras-300x157.jpeg 300w, https://aerbras.org.br/wp-content/uploads/2019/11/aerbras-768x403.jpeg 768w, https://aerbras.org.br/wp-content/uploads/2019/11/aerbras-1024x537.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A recomendação internacional do modelo de referência arquitetônico para dispositivos de aplicações da IoT (ITU-T Y.4460 &#8211; Architectural reference model of devices for IoT applications, em inglês) foi aprovada na reunião de abril da Comissão de Estudos 20 &#8211; &#8220;Internet das Coisas, Comunidades e Cidades Inteligentes&#8221;, do setor de normatização da União Internacional de Telecomunicações (UIT). A recomendação foi proposta e coordenada pelo Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A Anatel, na função de coordenadora da representação do Brasil em discussões internacionais de telecomunicações por meio das Comissões Brasileiras de Comunicação (CBC), trabalhou na articulação com os agentes nacionais envolvidos na iniciativa e na negociação com os demais membros da UIT-T para a aprovação da recomendação.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento define uma classificação dos dispositivos de IoT (Internet das Coisas, do inglês  <em>Internet of Things</em>, IoT), baseado nas capacidades de processamento e conectividade. A partir da correlação das capacidades, são definidos os modelos de referência com os requisitos para as arquiteturas de software de cada uma das classes de dispositivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ação internacional</strong>. A recomendação foi proposta e coordenada pelo Brasil e é o primeiro fruto na área internacional de normatização da colaboração entre o governo brasileiro (Anatel e MCTIC), o setor privado (Instituto Cesar e Eldorado) e a academia (Inatel).</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho se iniciou nas discussões da Câmara de IoT, iniciativa coordenada pelo MCTIC, com participação de membros do setor público, privado e academia, e tem, entre seus objetivos, fomentar o ecossistema de IoT no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A UIT é a agência especializada da ONU em telecomunicações. O setor de normatização da instituição (UIT-T) conta hoje com cerca de 190 países e mais de 700 empresas entre seus membros. Para que uma recomendação seja aprovada é necessário que haja o “de acordo” de todos os membros. O documento vai agora para revisão editorial e em seguida estará disponível gratuitamente nos seis idiomas oficiais da UIT.</p>
<p style="text-align: justify;">Interessados em participar das discussões sobre IoT na UIT, ou em outras discussões sobre normatização internacional de telecomunicações, podem entrar em contato com a Secretaria Executiva da CBC3.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.anatel.gov.br/institucional/">Anatel</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia também:</p>
<h6 class="gdlr-blog-title"><a href="https://aerbras.com.br/site/anatel-passa-a-fiscalizar-importacoes-junto-a-receita-federal/">Anatel passa a fiscalizar importações junto à Receita Federal</a></h6>
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		<title>Convergência digital: Whattsapp precisa de regulamentação?</title>
		<link>https://aerbras.org.br/convergencia-digital-whattsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OTT]]></category>
		<category><![CDATA[over the top]]></category>
		<category><![CDATA[regulmentação whatsapp]]></category>
		<category><![CDATA[UIT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dane Avanzi Como dizia o poeta Cazuza &#8220;O tempo não para&#8221;. Era assim nos anos 90 e no que tange as inovações tecnológicas nas telecomunicações, deixou de ser poesia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Dane Avanzi</em></p>
<p style="text-align: justify;">Como dizia o poeta Cazuza &#8220;O tempo não para&#8221;. Era assim nos anos 90 e no que tange as inovações tecnológicas nas telecomunicações, deixou de ser poesia e passou a ser um princípio. Cada vez mais, o ciclo de vida das inovações se torna mais curto. Alguém se lembra da primeira rede social, o Orkut, cujo lançamento, apogeu e declínio ocorreram em menos de uma década? No entanto, enquanto umas vem e vão rapidamente, outras chegam e se consolidam, caso do Skype, aplicativo que faz chamadas de voz, texto (SMS), vídeo conferência e funciona tanto em dispositivos móveis como em qualquer computador.</p>
<p style="text-align: justify;">Diga-se de passagem, esse tipo de aplicação, por garantir chamadas econômicas ou gratuitas a preços menores que das operadoras tradicionais, não somente se consolidou, como ganhou concorrentes, como o Viber e o WhattsApp, por exemplo. Chamadas de Ott&#8217;s, abreviação de &#8220;Over The Top&#8221;, tais aplicativos fazem chamadas a aparelhos celulares utilizando os pacotes de dados das operadoras.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2477" src="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/08/whatsapp5.png" alt="[cml_media_alt id='2477']whatsapp5[/cml_media_alt]" width="550" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não é de hoje que a discussão sobre a legalidade ou não desse tipo de aplicativo, que rouba receitas das operadoras de telefonia móvel, vem crescendo. E não é pra menos. Estamos falando de um mercado bilionário em todo o planeta. Segundo dados da UIT &#8211; União Internacional de telecomunicações, agência da ONU especializada no assunto, 3,2 bilhões de pessoas usarão internet (fixa e móvel) em todo o mundo até o final de 2015, quase metade da população da Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo as estimativas e estatísticas da UIT, a cobertura 3G da internet móvel no mundo cresceu de 45% em 2011, para 69% em 2015. Outro dado apontado no relatório é o aumento de 47% na preferência de acesso dos usuários de internet móvel, que cresceu sete vezes em relação ao número de acessos móveis desde 2007. Outra estatística é que apenas 1/3 da população do planeta possui acesso a internet móvel, ou seja, o mercado ainda tem muito o que crescer.</p>
<p style="text-align: justify;">Tais dados delineiam um cenário futuro com um número cada vez maior de pessoas conectadas em banda larga através de dispositivos móveis. Em face disso, não é à toa que grandes líderes do setor de telefonia móvel tem se manifestado contra os aplicativos OTT&#8217;s, caso do presidente da Vivo, Amos Genish, que recentemente chamou o WhattsApp de operadora pirata. No entanto, para a TIM e a Claro, aparentemente as OTT&#8217;s não incomodam, posto que recentemente anunciaram promoções nas quais se contratando um pacote de dados mínimo o acesso a WhattsApp e redes sociais é livre. O assunto é complexo e não é somente as operadoras que divergem, autoridades do governo federal também. Semana passada, o ministro Ricardo Berzoini, declarou que Netflix e WhattsApp devem ser regulamentados, enquanto o presidente da Anatel, João Rezende, afirma que o serviço (Whattsapp) já é regular.</p>
<p style="text-align: justify;">E o consumidor, como fica nessa história? Penso que sua preferência pelos aplicativos que tem abrangência global e permitem significativa economia aos usuários de planos pré e pós pagos de telefonia móvel, deve ser levada em conta. Quanto às operadoras, entendo que tem se protegido majorando os preços dos planos de dados, inclusive bloqueando o plano do cliente e, por via oblíqua, forçando-o a migrar para um plano mais caro. Afora isso, o fato de algumas oferecerem gratuitamente o acesso às principais redes sociais e aplicativos, podem sim acirrar a competição entre as operadoras de telefonia móvel, o que deve ser uma das principais metas da Anatel enquanto reguladora.</p>
<p><strong><a href="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Radiocomunicação.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2290 alignleft" src="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Radiocomunicação.jpg" alt="[cml_media_alt id='2290']Radiocomunicação[/cml_media_alt]" width="210" height="122" /></a></strong><em>Dane Avanzi, é advogado e Presidente da Aerbras</em></p>
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