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	<title>Arquivos telefonia - AERBRAS</title>
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	<title>Arquivos telefonia - AERBRAS</title>
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		<title>“Estamos obrigados a jogar dinheiro fora com um serviço que ninguém quer&#8221;, lamenta presidente Telefônica</title>
		<link>https://aerbras.org.br/estamos-obrigados-jogar-dinheiro-um-servico-ninguem-quer-lamenta-presidente-telefonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[AERBRAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 14:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[telefonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A receita da concessão caiu 70% nos últimos cinco anos, e mesmo assim as operadoras continuam obrigadas a investir recursos na telefonia fixa, enquanto a sociedade demanda mais e melhor [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://aerbras.org.br/estamos-obrigados-jogar-dinheiro-um-servico-ninguem-quer-lamenta-presidente-telefonica/">“Estamos obrigados a jogar dinheiro fora com um serviço que ninguém quer&#8221;, lamenta presidente Telefônica</a> apareceu primeiro em <a href="https://aerbras.org.br">AERBRAS</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6 class="post-subtitle subtitle" style="text-align: justify;">A receita da concessão caiu 70% nos últimos cinco anos, e mesmo assim as operadoras continuam obrigadas a investir recursos na telefonia fixa, enquanto a sociedade demanda mais e melhor banda larga, alerta o presidente da Telefônica Vivo no Brasil, Eduardo Navarro. Para ele, a retomada do debate do PLC 79 se faz urgente.</h6>
<hr class="hr-thin-bottom" />
<h6 class="post-subtitle subtitle" style="text-align: justify;"></h6>
<div><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-4558 alignleft" src="http://www.aerbras.com.br/site/wp-content/uploads/2017/06/tele.jpg" alt="" width="389" height="529" /></div>
<div class="social-share" style="text-align: left;">
<p>O presidente da Telefônica, Eduardo Navarro, fez durante audiência pública no Senado Federal um alerta para as autoridades públicas, reguladores e sociedade em geral: as operadoras de telecomunicações estão “jogando dinheiro no lixo”, porque continuam obrigadas a investir no serviço de telefonia fixa e no orelhão, que está em absoluto desuso, ao invés de poder canalizar esses recursos para investir em banda larga.</p>
<p style="text-align: justify;">“A receita da concessão (que é a telefonia fixa), nos últimos cinco anos, caiu 70%. Em 2025, quando acabar o contrato, a concessão não vai mais existir”, alertou ele para voltar a defender a necessidade de modernização da legislação setorial e resgate do projeto de lei <a href="http://www.telesintese.com.br/se-aprovado-este-ano-plc-79-so-teria-efeito-em-2019-preve-quadros/">(PLC 79)</a> que autoriza a migração das concessionárias para o regime privado e prevê investimentos em banda larga.</p>
<p style="text-align: justify;">“Mesmo com todos os ajustes a serem feitos, o PLC 79 é o melhor instrumento. Não se pode perder essa oportunidade, para podermos deixar  de gastar dinheiro em coisa velha e investirmos em banda larga para a população que mais precisa”, disse o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Navarro observou que o Brasil rico já tem hoje internet igual ou melhor do que a Inglaterra ou a Alemanha, e o que precisa é investir no restante do país, para integrar a sociedade. ” As escolas públicas brasileiras têm hoje menos velocidade do que temos em nosso celular”, lamentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme <a href="http://www.telesintese.com.br/so-369-municipios-brasileiros-tem-banda-larga-com-mais-de-10-mbps/">os dados apresentados pela Anatel,</a> o Brasil conta com apenas 370 municípios brasileiros onde a velocidade média da banda larga é maior do que 10 Mbps.</p>
<p style="text-align: justify;">Navarro lembrou que o TAC ( termo de conduta) assinado por sua empresa com a agência, em análise pelo TCU, a Anatel estabelece a meta de levar fibra óptica em mais de 100 municípios brasileiros. “Isso significa aumentar 30% o número de cidades com banda larga  mais rápida. Se isso se repetir, para outros TACs, o número de cidades poderá se multiplicar por mil, dois mil”, estima ele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Anatel</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Igor de Freitas, conselheiro da Anatel, o nível de ineficiência na aplicação dos recursos das operadoras na telefonia fixa deveria ser evitado, e por isso ele defende a mudança do regime de concessão para o de autorização.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Freitas, o país tem muitas demandas por redes novas – como 2,3  mil  municípios sem a rede de transporte (backhaul); ou a quase totalidade das cidades brasileiras que não têm redes de acesso capazes de suportar velocidades maiores do que 5 Mbps; ou ainda cerca de 4 milhões de pessoas que não têm cobertura de rede móvel 3G.</p>
<p style="text-align: justify;">“Embora o setor invista 20% da receita líquida e até R$ 30 bi por ano em infraestrutura, ainda há muito investimento a fazer”, afirmou o conselheiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Miriam Aquino &#8211; <a href="http://www.telesintese.com.br/continuamos-obrigados-jogar-dinheiro-fora-com-um-servico-que-ninguem-quer-lamenta-presidente-telefonica/">Tele.Síntese</a></p>
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		<title>Anatel deve publicar nesta quinta o PGMU IV, que reduz obrigações na telefonia fixa</title>
		<link>https://aerbras.org.br/anatel-deve-publicar-nesta-quinta-o-pgmu-iv-que-reduz-obrigacoes-na-telefona-fixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[AERBRAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2017 18:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANATEL]]></category>
		<category><![CDATA[fixa]]></category>
		<category><![CDATA[telefonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Anatel está acelerando os procedimentos para convocar as concessionárias de telefonia fixa a assinarem a renovação dos contratos de concessão, que terão validade até o ano de 2020. Depois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6 class="post-subtitle subtitle" style="text-align: justify;">A Anatel está acelerando os procedimentos para convocar as concessionárias de telefonia fixa a assinarem a renovação dos contratos de concessão, que terão validade até o ano de 2020. Depois que tomou a decisão de que não vai mais adiar a assinatura desses contratos (que teriam que ser assinados no final de 2015, para começar a valer em 2016) porque as mudanças regulatórias e legais que deveriam respaldar um novo contrato não aconteceram, o conselho diretor deve publicar nesta quinta-feira, no Diário Oficial, o Plano Geral de Metas de Universalização IV, aprovado em dezembro do ano passado, e até hoje ainda não confirmado.</h6>
<hr class="hr-thin-bottom" />
<div class="social-share" style="text-align: justify;"></div>
<div class="post-content clearfix">
<p style="text-align: justify;">A agência estava adiando a assinatura dessa renovação na expectativa de que o <a href="http://www.telesintese.com.br/se-aprovado-este-ano-plc-79-so-teria-efeito-em-2019-preve-quadros/">PLC 79 –</a> que permite a migração das concessionárias de telefonia fixa para o regime privado de autorização – fosse aprovado, e com isso, pudesse mudar a prioridade de investimentos do PGMU, para que as empresas passassem a investir em redes de banda larga, e não mais em telefonia fixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como o projeto<a href="http://www.telesintese.com.br/s/"> está parado no STF,</a> e não há perspectiva de prazo para ele voltar a ser debatido no Senado Federal, a Anatel resolveu não esperar mais nada e manter as cláusulas contratuais tais como elas estão, mexendo apenas no PGMU. Fontes da agência informam que a intenção é não promover qualquer outra mudança contratual, a não ser nas metas de universalização.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter" src="http://i1.wp.com/www.telesintese.com.br/wp-content/uploads/2017/04/orelhao.gif?resize=747%2C556" alt="orelhao" width="220" height="163" />Conforme essas fontes, a publicação deste PGMU é o passo necessário para que a decisão pela renovação contratual se configure. Mas o Plano deve ser confirmado  por Decreto Presidencial e a agência já enviou a proposta ao MCTIC, órgão responsável para encaminhar a proposta ao Palácio do Planalto.</p>
<p style="text-align: justify;">A prévia manifestação do Conselho Consultivo da Anatel, prevista na lei, será dispensada, visto que esse conselho não tem o número mínimo de integrantes indicados para poder deliberar, e, em outras vezes, o mesmo procedimento já foi adotado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O novo PGMU</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este novo plano retira inúmeras obrigações – e dispêndio de recursos – das concessionárias de telefonia fixa – Telefônica, Oi, Embratel, Sercomtel e Algar Telecom – porque a Anatel entende que a voz já está universalizada, e que os investimentos deveriam ser canalizados para o que hoje a sociedade está querendo, que são as redes de banda larga – fixa e  móvel.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as “desobrigações”, um dos itens  fortemente reduzido, são os orelhões. Pelas regras do<a href="http://www.telesintese.com.br/anatel-aprova-o-regulamento-do-pgmu-iii/"> PGMU III, </a>as empresas devem instalar TUPs a distância de 600 metros entre eles e colocá-los em todas as localidades com menos de 100 habitantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desse novo plano, as empresas só instalarão orelhões em localidades com menos de 100 habitantes, se for solicitadas. E nas cidades com mais de 300 habitantes, esses terminais deverão ser instalados, também mediante solicitação, nos estabelecimentos de ensino regular, estabelecimentos de saúde, estabelecimentos de segurança pública, bibliotecas e museus públicos, órgãos do Poder Judiciário, órgãos do Poder Executivo e Legislativo, órgãos do Ministério Público e órgãos de defesa do consumidor, terminais rodoviários, aeródromos e áreas comerciais de significativa circulação de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas áreas rurais serão instalados 90,155 mil orelhões em diferentes pontos, como escolas, cooperativas, postos de gasolina, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Linhas individuais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As operadoras terão também muito menos obrigações de disponibilizar linhas de telefones individuais. Isso porque, a agência constatou que há muito desperdício de recurso com as metas atuais. Conforme a Anatel, existem hoje 14,55 mil localidades com mais de 300 habitantes cujos moradores têm direito a um telefone fixo em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que desse total, mais de 4 mil localidades não há um único telefone contratado. E em mais de 7 mil localidades, há no máximo 10 assinantes em serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o novo PGMU, as empresas irão instalar linhas telefônicas em localidades acima de 300 habitantes onde não há rede de telefone fixo somente se houver solicitação, e no prazo de 120 dias (antes eram 7 dias). E nos locais onde já há a telefonia fixa, as empresas terão obrigação de instalar novos telefones em pontos específicos, como escolas, administrações dos governos, Ministério Público, instalações de saúde e de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://sei.anatel.gov.br/sei/modulos/pesquisa/md_pesq_documento_consulta_externa.php?eEP-wqk1skrd8hSlk5Z3rN4EVg9uLJqrLYJw_9INcO7HpxEyjzkJDEst080Z-zq-Gjgm-fmFH5IVDdsbFFVc7NJLNfbEVdo2X112LcncMeo4PPuhlGONnTBWypjxnI7a">Leia aqui o PGMU IV aprovado pela Anatel</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.telesintese.com.br/anatel-deve-publicar-nesta-quinta-o-pgmu-iv-que-reduz-obrigacoes-na-telefona-fixa/">Tele.síntese </a>&#8211; <a class="author-name author" title="Veja todos os artigos de Miriam Aquino" href="http://www.telesintese.com.br/author/miriam/">MIRIAM AQUINO</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Com dívida bilionária, considerada impagável, Oi busca alternativas</title>
		<link>https://aerbras.org.br/com-divida-bilionaria-oi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2016 19:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[oi]]></category>
		<category><![CDATA[operadora]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[telefonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília – Com uma dívida de mais de R$ 60 bilhões, considerada impagável pelo mercado, operadora de telefonia Oi está perto da insolvência. Segundo analistas que acompanham a empresa, já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Brasília – Com uma dívida de mais de R$ 60 bilhões, considerada impagável pelo mercado, operadora de telefonia Oi está perto da insolvência. Segundo analistas que acompanham a empresa, já há um pedido de recuperação judicial pronto caso a companhia não consiga encontrar a tempo investidores dispostos a socorrê-la. Pelos demonstrativos financeiros disponíveis — a Oi deve divulgar o balanço fechado de 2015 nesta semana —, a operadora terá que pagar pelo menos R$ 11,5 bilhões neste ano. Desse montante, 400 milhões de euros (R$ 1,7 bilhão, a valores de hoje) precisam ser honrados em junho. Além disso, a companhia está inadimplente em R4 1,2 bilhão com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por multas não pagas.</p>
<div class="news__image left" style="text-align: justify;">
<figure><img decoding="async" class="alignleft" src="http://imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2016/03/21/745539/20160321070712449779e.jpg" alt="Com dívida bilionária, considerada impagável, Oi busca alternativas" width="612" height="375" /></figure>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na opinião de Dane Avanzi, advogado especializado em telecomunicações, a situação da Oi é muito delicada. “A Anatel está para tomar uma decisão sobre as multas que a operadora tem. A empresa foi autuada por conta dos baixos investimentos”, explica. Apesar de questionada sobre o montante, a Anatel não se pronunciou. “O problema é que a Oi é uma operadora quase exclusiva em muitos estados, sobretudo no Norte e no Nordeste. Isso extrapola a questão econômica e passa a ser um problema social”, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">A Oi vem tentando solucionar seu passivo há anos, mas, no entender de analistas, entrou numa canoa furada ao se associar à Portugal Telecom. Os acionistas portugueses compraram sua parte com títulos que não tinham liquidez e tornaram o problema da companhia brasileira ainda maior. Uma das alternativas, no ano passado, foi contratar o BTG Pactual para buscar a consolidação no país, com uma fusão com a TIM, que não deu certo. O fundo russo LetterOne chegou a fazer uma oferta para capitalização de US$ 4 bilhões, mas condicionou o negócio à fusão. A TIM negou ter interesse, e os russos recuaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano, enquanto a Oi contratava a PJT Partners, como formadora de mercado, para avaliar alternativas financeiras e estratégicas para melhorar a liquidez das ações da empresa e o perfil de endividamento, os acionistas portugueses também se movimentavam. Fontes ligadas ao grupo Portugal Telecom afirmam que existem tratativas com o fundo americano Cerberus Capital Management, conhecido por investir em empresas com dificuldades financeiras, estratégia usada pelos “fundos abutres”. As opções da Oi, segundo os especialistas, poderiam envolver a compra das ações da fatia dos portugueses pelo Cerberus, um possível aumento de capital ou, ainda, a troca de dívidas por participação societária.</p>
<div class="news__image right" style="text-align: justify;"> Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na quarta-feira passada, a Oi negou que tenha definido alguma estratégia para lidar com seus problemas financeiros. “A Oi e a PJT Partners, naturalmente, vêm estudando todas as oportunidades e propostas de alternativas que possam atingir os objetivos propostos, o que poderia envolver ou não a emissão de ações. Todavia, a Oi esclarece que não há qualquer definição ou decisão sobre uma alternativa a ser implementada”, justifica. Procurada pela reportagem, a Oi informa que está em período de silêncio e não pode comentar.</div>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright" src="http://imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2016/03/21/745539/20160321071744180017a.jpeg" alt="Com dívida bilionária, considerada impagável, Oi busca alternativas" width="612" height="375" />Para Floriano Azevedo Marques, especialista em telecomunicações e professor da Universidade de São Paulo (USP), a Oi tem problemas de gestão, devido à política dos acionistas anteriores, econômicos e financeiros, agravados por causa dos atuais sócios portugueses, e sobretudo, a dificuldade intrínseca da telefonia fixa, que vem encolhendo dia a dia. “Hoje, ninguém mais quer esse tipo de serviço”, explica. A Oi é líder em telefonia fixa no país. Contudo, nos demais serviços, como telefonia móvel, internet e televisão por assinatura, muito mais lucrativos, a companhia tem a menor participação de mercado, entre as quatro maiores operadoras que atuam no país.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTERVENÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso a empresa fique sem saída e tenha que pedir recuperação judicial, estará sujeita a dois tipos de regulamentação, assinala Marques. “A telefonia fixa é uma concessão, por isso, a Oi estaria sujeita à intervenção decorrente da má administração, hipótese que é bastante provável. Ela tem um passivo de multas muito alto e está inadimplente”, destaca. Nos demais serviços, o que vigora é a economia de mercado. “Nesses, casos não há intervenção. O que a Anatel pode fazer é decretar a caducidade da licença de radiofrequência da Oi. Mas a intervenção na concessão de telefonia fixa não é motivadora suficiente para o pedido. O órgão regulador precisa aguardar o plano de recuperação e ficar de olho na manutenção da qualidade do serviço. Se cair, aí, sim, pode-se pedir a caducidade”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora tenha sido questionada sobre o que determina a lei a respeito de recuperação judicial em agentes regulados e qual a atuação do órgão regulador nesses casos, a Anatel não atendeu a reportagem. Limitou-se a emitir nota, sem responder a uma única pergunta sobre questões regulatórias nos regimes público e privado. “A Anatel não se manifesta a respeito de situações hipotéticas relacionadas a agentes regulados, mas tão somente em processos concretos, se houver”, afirma, por meio da assessoria de imprensa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> [Estado de Minas]</p>
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