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	<title>Arquivos sistema de rádio - AERBRAS</title>
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	<title>Arquivos sistema de rádio - AERBRAS</title>
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		<title>Estados trocam sistema de rádio analógico por digital em poucos meses e são exemplos para SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 17:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de rádio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Custo para implantar o sistema digital no Espírito Santo foi de R$ 10 milhões, e o tempo de implantação levou oito meses   &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Custo para implantar o sistema digital no Espírito Santo foi de R$ 10 milhões, e o tempo de implantação levou oito meses</b></p>
<p><b><a href="http://www.aerbras.com.br/site3/wp-content/uploads/2014/07/27-06-2014-22-27-46-radio.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-945" alt="27-06-2014-22-27-46-radio" src="http://www.aerbras.com.br/site3/wp-content/uploads/2014/07/27-06-2014-22-27-46-radio.jpg" width="500" height="543" /></a> </b></p>
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<address>Rádio analógico utilizado pela PM é ultrapassado e é facilmente rastreado por</address>
<address>bandidos</address>
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<p>Em boa parte dos Estados brasileiros o sistema de radiocomunicação digital é uma realidade a serviço da segurança pública. Ao contrário do que o coronel da Polícia Militar de Santa Catarina, Vânio Luiz Dalmarco, afirmou em entrevista à RICTV, de que a implantação do sistema digital aqui levaria dez anos, em outros Estados o mesmo sistema começou a funcionar alguns meses depois da licitação para escolher a empresa operadora. Desde quinta-feira, em uma série de reportagens, o <i>ND</i> vem mostrando que o serviço de rádio da SSP (Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina), em sistema analógico, é ultrapassado e permite que bandidos ouçam conversas da polícia.</p>
<p>No Espírito Santo, por exemplo, desde 2010 Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros trabalham com radiocomunicação digital. De acordo com o secretário de Segurança Pública do Estado, André de Albuquerque Garcia, a implantação do sistema digitalizado levou apenas oito meses. “Não é algo tão complexo quanto parece. É preciso vontade e investimento”, diz.</p>
<p>O custo para implantar o sistema digital no Espírito Santo foi de R$ 10 milhões, informa o secretário. Além dos rádios e estações, foram instaladas torres de transmissão e transceptores fixos, móveis e portáteis. Segundo Albuquerque, os principais benefícios da digitalização dos rádios são a clareza e a confiabilidade na comunicação entre as tropas e o comando de cada unidade. “Antes fazíamos operação com o rádio desligado, para não sermos interceptados. Agora, ninguém nos ouve e podemos fazer nosso trabalho com eficiência”, observa.</p>
<p>Outros estados, como São Paulo, Pernambuco, Bahia, Paraná, Sergipe e Pará também utilizam rádios digitais para investigações e operações policiais. “Pelo tamanho e características de Florianópolis [população de 453.285], creio que em seis meses é possível instalar um sistema de radiocomunicação digital na cidade e região metropolitana”, afirma Nelson Mendonça, gerente comercial da Alcon Engenharia de Sistemas, empresa que implantou o serviço de radiocomunicação digital em diversas cidades e alguns Estados do Brasil.</p>
<p><b>EXEMPLOS BEM-SUCEDIDOS</b></p>
<p><b>Sistemas em outros Estados</b></p>
<p><b>Espírito Santo</b></p>
<p>População: 3.839.366</p>
<p>Sistema utilizado: Apco P25</p>
<p>Número de rádios: 750 fixos, móveis e portáteis</p>
<p>Número de torres: 5 Alcance: 80% do Estado</p>
<p>Tempo para implantação: 8 meses</p>
<p>Total investido: R$ 10 milhões</p>
<p><b>Alagoas</b> População: 3.300.935</p>
<p>Sistema utilizado: Tetra</p>
<p>Número de rádios: 700 fixos, móveis e portáteis</p>
<p>Número de torres: 30</p>
<p>Alcance: 70% do</p>
<p>Estado Tempo para implantação: 6 meses</p>
<p>Total investido: R$ 15 milhões</p>
<p><b>Distrito Federal</b> População: 2.789.761</p>
<p>Sistema utilizado: Tetra</p>
<p>Número de rádios: 12 mil fixos, móveis e portáteis</p>
<p>Número de torres: 40 Alcance: 99% do</p>
<p>Estado Tempo para implantação: 4 meses</p>
<p>Total investido: R$ 20 milhões</p>
<p><b>Acre</b> População: 776.463</p>
<p>Sistema utilizado: Apco P25</p>
<p>Número de rádios: 385 fixos, móveis e portáteis</p>
<p>Número de torres: 4</p>
<p>Alcance: Raio de 200 km a partir da capital Rio Branco</p>
<p>Tempo para implantação: 3 meses</p>
<p>Total investido: R$ 2,85 milhões</p>
<p><b>Rio de Janeiro (capital)</b> População: 6.429.923</p>
<p>Sistema utilizado: Tetra</p>
<p>Números de rádios: 10 mil fixos, móveis e portáteis</p>
<p>Número de torres: 4</p>
<p>1 Alcance: 99% da cidade</p>
<p>Tempo para implantação: gradual (começou em 2007 durante o Pan-Americano e terminou em 2010)</p>
<p>Total investido: R$ 25 milhões</p>
<p><b>Denúncia será levada à Alesc</b></p>
<p>O serviço analógico, avalia o deputado, deixa a desejar em questões fundamentais para o trabalho de investigação, como a confidencialidade e alcance da informação. “Não há investigação sem sigilo, quando ele é quebrado, há problema. No rádio digital, ninguém vai nos ouvir”, destaca.</p>
<p>As fragilidades do serviço de radiocomunicação em Santa Catarina não preocupam apenas os polícias que estão na linha de frente no combate ao crime. Na sexta-feira, o deputado estadual Mauricio Eskudlark (PSD), ex-delegado geral da Polícia Civil no Estado e atual presidente da Comissão de Segurança Pública da Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), afirmou que levará aos deputados a necessidade urgente de discutir a implantação do sistema de radiocomunicação digital na segurança pública catarinense.</p>
<p>Eskudlark entende ser inadmissível que mesmo com o avanço das tecnologias em comunicação, as forças policiais continuem utilizando rádios que já em sua época como delegado geral não eram utilizados por ninguém na Polícia Civil. Ele diz que a sociedade está preocupada com a precariedade do sistema atual, já que é na população que o problema respinga. “Temos o dever de ajudar Santa Catarina a melhorar essa realidade”, diz.</p>
<p>A intenção do deputado é cobrar do poder executivo medidas que aparelhem melhor as policias Militar e Civil. “Acompanhei as reportagens, e fiquei muito preocupado em ver que nada mudou desde que saí do comando, há quatro anos”, afirma.</p>
<p><b>ENTENDA O CASO</b></p>
<p>Desde 2002, o governo de Santa Catarina mantém contrato com a empresa Direta Telecomunicações Ltda., que presta serviços de radiocomunicação para a SSP (Secretaria de Segurança Pública), munindo de rádios comunicadores as polícias Militar, Civil e o Deap (Departamento Estadual de Administração Penal).</p>
<p><b>. </b>Com o avanço da tecnologia, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) recomendou em 2010 que os sistemas analógicos migrassem para o digital, na frequência de 380 MHZ<b>.  </b></p>
<p><b>. </b>Em setembro deste ano termina o contrato com a Direta, obrigando o governo a fazer nova licitação. Todavia, a SSP pretende manter o sistema analógico, cujo serviço custa mais de R$ 3,4 milhões por ano e a manutenção cerca de R$ 1,1 milhão por ano.</p>
<p><b>. </b>Em média, a Direta recebe, por mês, R$ 287 mil pela prestação do serviço. A previsão é que, ao final de 2014, o governo desembolse R$ 3.454.683,96 para manter os rádios funcionando.</p>
<p><b>. </b>Enquanto Santa Catarina parou no tempo, outros estados já trabalham com a radiocomunicação digital em suas forças de segurança. Uma das justificativas do governo para não implantar o sistema é o dito alto custo do serviço e tempo para implantação.</p>
<p><b>. </b>O governador Raimundo Colombo e o secretário de Segurança Pública Cesar Grubba, afirmaram ao ND que desejam migrar a comunicação da segurança para o digital. Porém, não sabem quando isso será possível.</p>
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