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	<title>Arquivos 4G - AERBRAS</title>
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	<title>Arquivos 4G - AERBRAS</title>
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	<item>
		<title>5G requer todo e qualquer tipo de espectro possível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 12:35:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da 4G Americas, Chris Pearson, advertiu que o 5G está nas manchetes dos veículos especializados, mas requer ainda muito tempo para realizar todo o seu potencial. A entidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2357" aria-describedby="caption-attachment-2357" style="width: 546px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://radiocomunicacao.net.br/5g-requer-todo-tipo-de-espectro/"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2357" src="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/08/5g-1024x576.png" alt="[cml_media_alt id='5g']5g[/cml_media_alt]" width="546" height="307" /></a><figcaption id="caption-attachment-2357" class="wp-caption-text">5G</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">O presidente da <a href="http://www.4gamericas.org/pt-br/">4G Americas</a>, Chris Pearson, advertiu que o 5G está nas manchetes dos veículos especializados, mas requer ainda muito tempo para realizar todo o seu potencial. A entidade sustenta ainda que o 5G só será uma realidade se houver espectro para a oferta dos novos serviços. Nesta terça-feira, 11/08, a , publicou uma nota técnica com Recomendações de Espectro 5G, descrevendo os vários fatores influenciando os requisitos de espectro e a necessidade de garantir acesso a várias faixas de espectro.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">A nota técnica apresenta uma análise inicial dos desafios e implicações de várias faixas de espectro, os vários fatores que influenciam o licenciamento de espectro e os possíveis avanços tecnológicos garantindo acesso a novas faixas de espectro.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">“Com a crescente presença de aplicativos de dados móveis em todas as áreas da sociedade conectada, será muito importante oferecer suporte para o sistema e a arquitetura 5G – e o espectro é essencial para o sucesso futuro das redes LTE e 5G em 2020 e além”, disse Reza Arefi, Diretor de Estratégia de Espectro para o Grupo de Dispositivos e Comunicações da Intel e líder conjunto do grupo de trabalho que produziu a nota técnica. Há pontos de destaques no documento emitido pela 4G Americas:</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">As bandas de espectro móvel abaixo de 6 GHz serão importantes para a integração dos sistemas 4G e 5G.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">As bandas de espectro na faixa acima de 6 GHz oferecem alguns desafios técnicos; mas é possível desenvolver serviços móveis em faixas mais altas com novas soluções de rádio.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">As várias bandas necessárias para atender aos requisitos de cobertura e novas capacidades de sistemas 4G e 5G mais avançados.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Frequências menores oferecem características de propagação e cobertura melhores, e suportam a implementação de células macro e células pequenas.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">É importante considerar as novas frequências além daquelas tradicionalmente usadas em sistemas celulares, especialmente as frequências acima de 6 GHz.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Essas frequências mais altas podem suportar portadores de maior largura de banda devido ao grande volume de espectro disponível em bandas com comprimento de ondas na faixa de milímetros, proporcionando picos de velocidade de transmissão muito altos</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">em áreas específicas que exigem muito tráfego de dados.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">Os reguladores precisam agir para atender às novas necessidades de espectro, garantir a evolução da tecnologia 4G e apoiar a chegada do 5G, identificando novas faixas de espectro para avaliação pelo ITU- Radiocommunication Sector (ITU-R).</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">“A 5G é uma evolução e uma revolução, e precisamos aproveitar de todas as fontes de espectro: licenciada, não licenciada e, quando necessário, compartilhada”, disse Anders Svensson, Gerente Principal de Soluções do grupo RAN de Próxima Geração da Ericsson América do Norte e líder conjunto do grupo de trabalho que escreveu a nota técnica.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black;">“Os reguladores e órgãos políticos precisam incentivar os investimentos necessários em pesquisas avançadas no setor sem fio. É importante garantir investimentos em todas as áreas desse ecossistema para criar uma Sociedade Conectada, onde cada pessoa e cada setor pode realizar todo seu potencial”, completou o executivo.</span></p>
<p style="text-align: justify; orphans: auto; widows: 1; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px;"><strong>Fonte</strong> :[<a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=40337&amp;sid=17#.VdHTOflVikp">http://convergenciadigital.uol.com.br/</a>]</p>
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		<title>Justiça permite o bloqueio da internet após término da franquia</title>
		<link>https://aerbras.org.br/justica-permite-o-bloqueio-da-internet-apos-fim-da-franquia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 13:17:05 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Numa decisão que vai na contramão do que se entende como razoável, os Procon&#8217;s de todo o Brasil e a Anatel &#8211; Agência Nacional de telecomunicações, autarquia federal reguladora da telefonia móvel no Brasil, suspendeu todas as decisões favoráveis aos consumidores no caso do bloqueio da internet após o término da franquia mensal de dados em todos os estados brasileiros.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Sentenças em vigor proibiam o bloqueio nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina, que deixaram de valer até que se decida qual é o juízo competente para julgar o caso. A decisão, estritamente processual, não julgou o mérito da questão, ou seja, ainda será julgado se o bloqueio será permitido ou não.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Ocorre que, nesse meio tempo, os usuários terão que pagar mais pelo serviço quando forem bloqueados, migrando para planos de dados mais caros. A decisão não levou em conta os impactos negativos para o consumidor, que tem seus direitos mais uma vez cerceados, dessa vez pela própria Justiça. A decisão não levou em consideração o prejuízo a milhões de usuários que utilizam o bloqueio de dados com aplicativos &#8220;Over the Top&#8221;, sendo o mais usado hoje mundialmente o <a href="http://web.whatsapp.com/">Whats&#8217;App</a> que ficará indisponível durante o bloqueio.</div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://web.whatsapp.com/"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2221" src="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/06/bloqueiodeinternet.jpg" alt="[cml_media_alt id='bloqueiodeinternet']bloqueiodeinternet[/cml_media_alt]" width="464" height="261" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Diga-se de passagem, essa alteração na forma de cobrança do plano de dados, que é ilegal por ter sido realizada unilateralmente pelas operadoras, sinaliza uma tendência do mercado de telefonia móvel global que deve reagir contra a queda de receitas das operadoras decorrentes de aplicativos que enviam SMS e permitem fazer ligações gratuitas, como <a href="http://www.facebook.com/?_rdr=p">Facebook</a> e Skype, sendo o <a href="http://web.whatsapp.com/">Whats&#8217;App</a> apenas o mais famoso deles.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Para citar apenas algumas estatísticas do <a href="http://web.whatsapp.com/">Whats&#8217;App</a>, que em sua última atualização disponibilizou recurso de ligações, segundo a Teleco, a quantidade média de minutos mensais caiu de 134 para 111 no período de janeiro a março desse ano. Nesse período, o aplicativo estava disponível somente para clientes com smartphone na plataforma Android. Em abril, o recurso ficou disponível para usuários da plataforma IOS, utilizados por Iphones. A última novidade permitirá que os celulares enviem arquivos de áudio para usuários que utilizem em seus computadores a versão 8.1 do Windows.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Esse é apenas um capítulo de uma luta de titãs da tecnologia, Google (que nos EUA já é operadora de telefonia), <a href="http://www.microsoft.com/pt-br/">Microsoft </a>(<a href="http://www.skype.com/pt-br/">dona do Skype</a>) e <a href="http://www.facebook.com/?_rdr=p">Facebook </a>(<a href="http://web.whatsapp.com/">dona do Whats´App</a>) que estão invadindo o negócio das operadoras de telecomunicações. Recentemente, o Presidente Mundial da Telefonica, Phil Jordan, disse que se as operadoras não se reestruturarem correm o risco de perder o negócio.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Ele se referia a queda nas receitas e também a aspectos operacionais e administrativos das operadoras. Com esses concorrentes a espreita, suas preocupações não são vãs. Pelo contrário, principalmente a considerar a capacidade de inovar, investir e se relacionar com o público nativo da sociedade da informação. Outra característica dos titãs da tecnologia é a rapidez e frugalidade administrativa de seus staffs, ao contrário das operadoras que herdaram o legado pesado de estruturas administrativas estatais colossais.</div>
<div></div>
<div></div>
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		<item>
		<title>O apagão da telefonia móvel nos estádios</title>
		<link>https://aerbras.org.br/o-apagao-da-telefonia-movel-nos-estadios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2014 14:39:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As vésperas do pontapé inicial do maior evento esportivo do mundo, estádios, aeroportos, bem como uma série de obras importantes de acesso ao evento, restam inacabadas. Aliás, conta-se nos dedos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As vésperas do pontapé inicial do maior evento esportivo do mundo, estádios, aeroportos, bem como uma série de obras importantes de acesso ao evento, restam inacabadas. Aliás, conta-se nos dedos os aeroportos e estádios 100% prontos, equipados e em condições de serviço.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não obstante as operadoras de telefonia móvel haverem tido tempo suficiente para se organizar para a Copa do Mundo de 2014, dois estádios &#8211; Arena Corinthians e Arena da Baixada &#8211; não cumpriram sequer as exigências da Fifa no que tange a disponibilidade de 4G nos estádios. Com o intuito de minimizar a falta de serviço de dados das operadoras, foi implementado sistema Wi-Fi em apenas seis dos doze estádios que sediarão os jogos do evento.</p>
<p style="text-align: justify;"> Ainda que tivéssemos internet 4G em todos os estádios, a maioria dos turistas estrangeiros não conseguiriam utilizar seus celulares, porque a faixa de frequência adotada na primeira fase do 4G, 2,5 Ghz, é divergente da maioria dos países da comunidade europeia, Estados Unidos e países asiáticos. A faixa de frequência mais utilizada no mundo, a de 700 mhz, aqui tem licitação prevista para agosto próximo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Verdade seja dita, a Copa do Mundo atropelou o processo de evolução natural da telefonia móvel no Brasil. Em um país onde sequer o 3G foi implantado em quantidade e qualidade aceitáveis, falar de 4G soa como um escárnio à inteligência da maioria dos consumidores. Seja nas grandes, pequenas e médias cidades, ou nas áreas rurais, o sonho de consumo dos brasileiros ultimamente tem sido apenas falar ao telefone por alguns minutos sem cair a linha.</p>
<figure id="attachment_912" aria-describedby="caption-attachment-912" style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.aerbras.com.br/site3/wp-content/uploads/2014/06/sinal.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-912" alt="sinal" src="http://www.aerbras.com.br/site3/wp-content/uploads/2014/06/sinal.jpg" width="280" height="229" /></a><figcaption id="caption-attachment-912" class="wp-caption-text">Arte / MAX</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Seja como for, iniciamos a migração do 3G para o 4G concomitantemente com a migração do 2G para o 3G, que encontra-se ainda na metade do caminho. Diga-se de passagem, meio do caminho se considerarmos todo o Brasil. Em verdade, temos estados da Federação quase inteiros ainda com 2G, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Tais deficiências do sistema de telefonia móvel tem suas raízes na carência de infraestrutura de telecomunicações do Brasil. A falta de backhaul e backbone (linhas de transmissão e distribuição de sinal de alta capacidade) em âmbito nacional, são os alicerces que necessitam ser construídos para que o Brasil possa de fato avançar no quesito telecomunicações efetivamente. Ressuscitada no final do governo Lula, essa era a missão da Telebrás. No entanto, tal obra de dimensão monumental, estimada em 125 bilhões de reais, jamais saiu do papel.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse ambiente de incertezas encontra-se em consulta pública o leilão da faixa de 700 mhz. Estima-se que as operadoras paguem pelo acesso ao espectro de 6 a 15 bilhões de dólares. Ora, pagando-se esse valor antes de iniciar os investimentos em torres e equipamentos entre outros, qual empresa estrangeira se interessaria em participar do leilão? Como concorrer com as que já estão aqui em operação e já possuem receitas para bancar a expansão?</p>
<p style="text-align: justify;">Tal concurso de fatos desestimula a participação de novos players, fator essencial para que haja mais competição e melhor oferta de tarifas e serviços. Enquanto o sistema de telefonia móvel for encarado como um mero instrumento de geração de caixa para o governo, continuaremos pagando as tarifas mais caras do mundo s<span style="line-height: 1.5em;">egundo, a UIT &#8211; União Internacional de Telecomunicações, em troca de um serviço de péssima qualidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-493 alignleft" style="line-height: 1.5em;" alt="Adriano Fachini" src="http://www.aerbras.com.br/site3/wp-content/uploads/2014/01/job5-e1391385046775.png" width="171" height="255" /></p>
<p style="text-align: justify;"> Adriano <span style="line-height: 1.5em;">Fachini é empresário de telecomunicações e presidente da Aerbras &#8211; Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.</span></p>
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		<item>
		<title>Leilão do 4G: concorrência pode reverter em benefícios ao consumidor</title>
		<link>https://aerbras.org.br/leilao-4g-concorrencia-pode-reverter-em-beneficios-ao-consumidor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2014 14:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério das Comunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O leilão da faixa de 700 mhz que provavelmente ocorrerá em agosto, ganhou um tempero especial essa semana. Segundo fontes do Ministério das Comunicações, duas empresas de telefonia móvel multinacionais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5></h5>
<h5>O leilão da faixa de 700 mhz que provavelmente ocorrerá em agosto, ganhou um tempero especial essa semana. Segundo fontes do Ministério das Comunicações, duas empresas de telefonia móvel multinacionais manifestaram interesse em participar do leilão, ora em fase de consulta pública.</h5>
<h5>Segundo informações do Ministério das Comunicações, as empresas possuem capital no mercado internacional de ações e, aparentemente, poder financeiro para adquirir lotes em âmbito nacional que viabilizem uma operação em território nacional. Caso as empresas realmente confirmem interesse em participar do leilão, o consumidor de serviços de telecomunicações pode ter um vislumbre de melhora na qualidade e nos preços de tarifas dos serviços.</h5>
<h5>Mas afinal, o que esse leilão tem de diferente dos outros? As características mais relevantes são: a possibilidade de adquirir lotes de frequências em quantidade significativa em âmbito nacional, a faixa de frequência ser extremamente favorável para a tecnologia 4G &#8211; pois ao contrário do atual 4G em 2,5GHZ, a mesma tecnologia em 700 mhz é capaz de cobrir áreas maiores com menos torres. Tal fato permitirá um retorno do investimento em prazo menor aos investidores da operadora. Outro fator relevante é a possibilidade de compartilhamento de torres das atuais operadoras que também diminuiria substancialmente o investimento em infraestrutura.</h5>
<h5><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-901 aligncenter" alt="tecnologia-4g" src="http://www.aerbras.com.br/site3/wp-content/uploads/2014/05/tecnologia-4g.jpg" width="558" height="275" /></h5>
<h5>Outra vantagem estratégica para um novo &#8220;player&#8221; no cenário de telefonia móvel seria entrar no mercado num momento de transição de tecnologia. Enquanto as atuais operadoras estão migrando redes 2G e 3G para o 4G, a nova operadora seria a única a ter por um tempo considerável 100% da rede em 4G. Isso daria uma vantagem competitiva considerável e poderia em tese reverter vantagens para o consumidor.</h5>
<h5>Ano passado uma operadora nova no mercado Francês, para ganhar clientes das operadoras tradicionais, ofereceu a quem quisesse migrar de plano de dados para seu serviço &#8220;upgrade&#8221; gratuitamente. Outro mercado inexplorado no Brasil é o pré-pago para 4G, que tem um potencial muito grande devido a enorme quantidade de consumidores que optam por essa modalidade de serviço.</h5>
<h5>O Ministério das Comunicações planeja divulgar o leilão junto ao mercado internacional com o fito de promover mais ainda a concorrência, afinal o Brasil é hoje o terceiro mercado de telefonia móvel no mundo, atrás somente de EUA e China. Fato difícil de animar possíveis novos &#8220;players&#8221; é a carga tributária brasileira, a burocracia e morosidade de órgãos ambientais devido a profusão de legislações nos ambitos federal, estadual e municipal e a credibilidade do atual governo em face a comunidade internacional, que segundo informações da imprensa internacional já foi bem melhor.</h5>
<h5>Como consumidores, resta-nos torcer para que não obstante tais cenários internos novas operadoras queiram se estabelecer no Brasil.</h5>
<h5>Dane Avanzi é vice-presidente da Aerbras, diretor superintendente do Instituto Avanzi, advogado especializado em telecomunicação e autor dos livros “Radiocomunicação digital: sinergia e produtividade” e “Como gerenciar projetos”.</h5>
<p>Fonte: [segs]</p>
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