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	<title>Arquivos 20 anos - AERBRAS</title>
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		<title>20 anos de internet no Brasil: da rede discada à internet das coisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 13:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dane Avanzi Recentemente, comemoramos os 20 anos de internet comercial no Brasil. O projeto que originou a rede surgiu na década de 60, durante a Guerra Fria, marcado pela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://aerbras.org.br/20-anos-de-internet-no-brasil-da-rede-discada-a-internet-das-coisas/">20 anos de internet no Brasil: da rede discada à internet das coisas</a> apareceu primeiro em <a href="https://aerbras.org.br">AERBRAS</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: right;"><em><br />
<a href="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Img.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1725" src="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Img-1024x768.jpg" alt="Img" width="562" height="422" /></a>Por Dane Avanzi</em></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Recentemente, comemoramos os 20 anos de internet comercial no Brasil. O projeto que originou a rede surgiu na década de 60, durante a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Fria">Guerra Fria</a>, marcado pela disputa militar entre Estados Unidos e a extinta União Soviética. No entanto, a internet só deixou de ser privilégio das <a href="http://www.aerbras.com.br/wp-content/uploads/2015/06/images.jpg"><br />
</a>universidades e da iniciativa privada no Brasil em maio de 1995.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Naquele mesmo ano, nos EUA, uma pesquisa realizada pelo Pew Research mostrou que 42% dos adultos norte-americanos nunca tinham ouvido falar na rede. Outros 21% tinham um vago conceito. Vinte anos depois, somos três bilhões de pessoas conectadas pelo mundo. Só em 2014, o equivalente a toda a população dos EUA entraram para o universo online.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">No âmbito doméstico, vimos computadores “tubões” entrarem na internet pela primeira vez, com uma conexão discada, lenta e instável. Não demorou para que logo começássemos a usar a rede para conhecer pessoas novas ou mesmo para nos comunicarmos com as que já conhecíamos no mundo real. Em especial os brasileiros, logo se renderam ao advento das mídias sociais.</div>
<div style="text-align: justify;">Os computadores diminuiram de tamanho e tornaram-se notebooks, sendo pela primeira vez, portáteis. Conhecemos a banda larga. Mais um pouco se passou e, a necessidade de se manter sempre online invadiu o celular, transformando-os de meros telefones móveis a smartphones completos, onde sua função menos importante é fazer ou receber chamadas.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Se a internet mudou a maneira das pessoas se relacionarem, imagine então o que ela fez na seara das corporações e governos. Profissões deixaram de existir e muitas outras surgiram. Documentos que levam dias e até meses, hoje podem ser obtidos em segundos.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Inegável reconhecer todos os avanços que tivemos na sociedade em função das facilidades que a rede mundial de computadores no trouxe. No entanto, engana-se quem pensa que já vimos a revolução e que daqui para a frente, nada mais nos surpreenderá.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Relembrar o passado é bom e importante. Isso nos ajuda a avaliar nosso progresso, nossa evolução. Contudo, precisamos mesmo é olhar para a frente. E, quando fazemos isso em relação à internet e à tecnologia como um todo, nos cabe acompanhar a transformação que já demos início com a chamada internet das coisas, nome dado à futura geração de eletroeletrônicos, veículos automotores e qualquer outro tipo de dispositivo capaz de se comunicar via <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TCP/IP">TCP/IP</a>, compartilhando informações e interagindo com outros dispositivos.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Veremos a conexão inteligente entre pessoas, processos, dados e coisas. Cidadãos, empresas e governos já começam a buscar a digitalização para obter mais eficiência. Praticamente tudo será controlado pela internet, ocasionando numa gestão digital para itens que vão desde o básico, como a iluminação pública, consumo de energia elétrica e água, podendo chegar até ao controle de residências à longa distância, sendo possível programar o uso de determinados aparelhos mesmo que ninguém esteja presente no local.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"> Estima-se que nos próximos dez anos veremos o número de cidades inteligentes saltar de 21 em 2013, para 88 em 2025. Plataformas inovadoras, dados abertos e aplicativos irão atuar na redução dos congestionamentos, no controle da poluição, no consumo de recursos naturais e até na redução da criminalidade.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Certamente, muita coisa já mudou e ainda continuará mudando. É óbvio que nem toda mudança é positiva. A internet trouxe muito progresso, mas também criou crimes que nem conhecíamos. Como praticamente tudo na vida, é preciso estar atento e buscar um contraponto. Se de um lado teremos cidades, pessoas e governos com mais facilidades, teremos que trabalhar em paralelo no sentido de combater os possíveis problemas que todas elas poderão nos trazer. Que venham mais 20 anos!</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte</strong>: [Portal Nacional de Seguros]</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
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